fbpx

Foliões usam a criatividade para produzir as fantasias de carnaval

Foliões usam a criatividade para produzir as fantasias de carnaval

A liberdade de escolher algo para representar no carnaval aumenta a procura por acessórios e fantasias. Há opções variadas de figurino: para todos os gostos e bolsos. Se não puder comprar, alugue ou faça você mesmo. Glitter, tinta, chapéus, plumas e os mais inimagináveis acessórios começam a entrar em cena no Distrito Federal. O brasiliense já decide com que roupa vai pular o carnaval. Há quem prefira alugar um figurino completo, mas, até por questões financeiras, alguns foliões optam por produzir a própria fantasia. Para oferecer a maior oferta de apetrechos que a criatividade demandar, as lojas especializadas
nesse tipo de roupa, e as que vendem tecidos e aviamentos já preparam seus estoques.

Mudar completamente de aparência, entrar no espírito de um personagem ou até mesmo fingir ser outra pessoa são algumas das sensações experimentadas por quem se fantasia. A loja Arte em Fantasia, localizada na Candangolândia, trabalha no ramo há 19 anos. Tudo começou com a confecção de uma roupa de princesa para um aniversário infantil. O gerente do estabelecimento, Ícaro Salles, conta que, de lá para cá, eles reuniram um acervo com mais de dez mil fantasias. “Nesse seguimento, somos a maior do Centro-Oeste, e aqui não tem tempo ruim. Temos movimento em qualquer época do ano”, garante.

Afinal, não faltam ocasiões para se travestir por um dia. Além da folia de rua, nessa época do ano, o número de festas temáticas em locais fechados, como boates e bares, também aumenta. “Quem não procura esse tipo de caracterização para os bloquinhos de rua acaba usando essas roupas em outros eventos. Carnaval é sempre bom para o comércio”, comemora Ícaro.

Alguns, por exemplo, preferem não comprar a fantasia e, a cada dia da festa, assumir uma identidade. Para esse público, o aluguel das roupas pode ser uma opção mais atrativa, pelo preço e pela variedade. Além disso, para quem não quer o look completo, alguns badulaques no pescoço, na cabeça e nos braços podem transformar uma roupa comum.

Características e perspectivas de uma juventude que conhece a internet desde a infância

Características e perspectivas de  uma juventude que conhece a internet desde a infância

Há certa resistência entre alguns estudiosos em usar termos muito fechados para definir povos, regiões ou gerações. Argumentam que definições simplificam os problemas e que toda simplificação tende a superficializar o debate. Outra corrente defende que, ainda que possam simplificar o debate, as definições têm o mérito de orientar as discussões. Fiquemos com a segunda opção. Até pouco tempo atrás, livros e filmes ainda falavam da Geração X, aquela que substituiu os yuppies dos anos 80. Essa turma preferia o bermudão e a camisa de flanela à gravata colorida e ao relógio Rolex, ícones de seus antecessores. Isso foi no início dos anos 90. Recentemente, o mercado publicitário saudou a maioridade da Geração Y, formada pelos jovens nascidos do meio para o fim da década de 70, que assistiram à revolução tecnológica. Ao contrário de seus antecessores slackers – algo como “largadões”, em inglês –, os adolescentes da metade dos anos 90 eram consumistas. Mas não de roupas, e sim de traquitanas eletrônicas. Agora, começa-se a falar na Geração Z, que engloba os nascidos em meados da década de 80.

A grande nuance dessa geração é zapear. Daí o Z. Em comum, essa juventude muda de um canal para outro na televisão. Vai da internet para o telefone, do telefone para o vídeo e retorna novamente à internet. Também troca de uma visão de mundo para outra, na vida.

Garotas e garotos da Geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o planeta sem computador, chats, telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados que os da Geração Y com chips e joysticks. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia engendrou. Diferentemente de seus pais, sentem-se à vontade quando ligam ao mesmo tempo a televisão, o rádio, o telefone, música e internet. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos.

Enquanto os demais buscam adquirir informação, o desafio que se apresenta à Geração Z é de outra natureza. Ela precisa aprender a selecionar e separar o joio do trigo. E esse desafio não se resolve com um micro veloz. A arma chama-se maturidade. É nisso, dizem os especialistas, que os jovens precisam trabalhar. Como sempre.

Roubos e assassinatos fazem Uber rever pagamentos em dinheiro no Brasil

Roubos e assassinatos fazem Uber rever pagamentos em dinheiro no Brasil

Empresa vai passar a exigir número do CPF e data de nascimento antes de usuário pedir corrida pelo aplicativo; medida começa em São Paulo.

Acertar os pagamentos em dinheiro no Brasil é um teste crucial para o Uber no momento em que a companhia se lança fora dos mercados desenvolvidos buscando um crescimento mais rápido em países mais pobres, onde os cartões de crédito são menos comuns e a segurança pública é mais precária.

Motoristas de todo o país realizaram protestos ameaçando deixar o serviço se o Uber não reduzir o risco de crimes, enquanto taxistas e autoridades eleitas vêm capitalizando incidentes isolados como prova da necessidade de uma legislação mais restritiva.

Até agora o Uber vem crescendo aceleradamente no Brasil. Atualmente ao menos 30 por cento das viagens feitas no país são pagas em dinheiro, e esse índice é muito mais alto em áreas pobres nas quais os cartões são menos comuns, de acordo com duas fontes da empresa. Em São Paulo, o pagamento em dinheiro é o mais usado na periferia, e as fontes disseram que esse fato levou a metrópole a superar Nova York e Tóquio e se tornar o maior mercado do Uber em termos de corridas nos últimos meses.

A exigência para que novos clientes que pagam em dinheiro se registrem no serviço com seu CPF passou a vigorar em todo o país na última segunda-feira, seis dias depois de a Reuters enviar perguntas detalhadas sobre ataques a motoristas e a reação lenta do Uber.

Andrew Macdonald, diretor da Uber para a América Latina e Ásia disse à Reuters que o Uber também estava analisando dar aos motoristas a chance de optar por não aceitar dinheiro, o que a companhia já vem testando em algumas cidades do Brasil e do Chile, além de um algoritmo bloqueando novos usuários de dinheiro se eles mostrarem comportamento estranho, como o cancelamento de várias corridas.

App para cuidar do seu tempo

O Free time é o contrário da agenda, ele analisa seus compromissos e dá ênfase para seus horários livres”, diz de Abreu. Disponível para produtos Apple, o dispositivo é uma boa pedida para quem não consegue encontrar brechas na própria agenda.

Atualização de segurança do Android traz mais correções para falhas críticas de segurança

O Google disponibilizou suas atualizações de segurança mais recente para o Android OS em seus próprios dispositivos Nexus, regularmente agendadas para a primeira segunda-feira do mês. Foi disponibilizado um lote de patches e dezenas de correções para quarenta bugs, oito dos quais foram marcados como de “alta gravidade”. Um dos erros mais graves das oito falhas críticas da atualização é para o componente Mediaserver, que desempenha um papel crucial lidando com os elementos de multimídia nos fones Android, como tirar fotos, ler arquivos MP4 e gravar vídeos.

Autor: